
A Sociedade Anônima do Futebol completou quatro anos no Brasil. É hora de fazer um balanço honesto: o que funcionou, o que falhou e o que ainda está em aberto.
Quando a Lei das SAFs foi sancionada em 2021, havia uma expectativa quase messiânica em torno do modelo. Finalmente, o futebol brasileiro teria acesso a capital privado de forma estruturada, com regras claras de governança e responsabilidade fiscal.
Quatro anos depois, o balanço é misto. Há casos de sucesso inegável — o Botafogo de John Textor é o exemplo mais citado, com dois títulos nacionais e uma Libertadores em curto espaço de tempo. Mas há também casos que levantam dúvidas sobre a sustentabilidade do modelo a longo prazo.
A questão central permanece: a SAF é uma solução estrutural para os problemas do futebol brasileiro, ou apenas um mecanismo de transferência de dívidas para novos investidores? A resposta, como quase tudo no futebol, não é simples.
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Jornalismo Esportivo
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